A fumaça, o balançar dos carrosDeixa meu estômago enjoadoPerante a ansiedadePor não saber o que esperarIncerto é o futuro desta cidadeQue vem sendo meu larSentindo meu interior revirarEnojada pela maldadeQue habita a humanidadeVendo a decadência da integridadePerambulando pela cidadeQue hoje é apenasUma sombra da realidadeDois dedos na gargantaPreciso vomitarO que me faz malJunto como minha indignaçãoEm minhas palavras, meus versosPurificado minha almaMe livrando da sujeira de um olhar sedentoUm toque cheio de maldadeLutando contra a fumaçaEsforçando para respirar ar puroNão contaminandoQuer pela funçãoQuer pela maldadeQue habitando a humanidadeQue se torna visível peloOlhar sedentoLinda Nascimento

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